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Paquistão lança megaoperação contra Al-Qaeda | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo do Paquistão anunciou uma megaoperação contra a Al-Qaeda e militantes do Taleban no oeste do país. O país estaria atendendo o pedido de autoridades locais para o envio de mais 8 mil soldados paramilitares, além dos 4 mil que já estão na região, onde líderes tribais estariam dando cobertura para suspeitos de terrorismo. As autoridades paquistanesas negaram, no entanto, que a operação tenha como objetivo capturar uma pessoa específica. Elas também afirmaram não ter nenhuma informação de que Osama Bin Laden esteja "encurralado" no país. Questionado sobre uma reportagem do tablóide britânico Sunday Express, que afirma que forças americanas teriam fechado o cerco a Bin Laden e 50 de seus homens em uma área de 250 quilômetros quadrados no norte do Paquistão, o ministro da Informação do país, xeque Hashid Ahmed, afirmou à agência Associated Press: "Eu não tenho nenhuma informação do tipo". O Sunday Express disse ter obtido as informações sobre Bin Laden a partir de duas "fontes importantes", uma no Partido Republicano e outra nos serviços de espionagem dos EUA. Segundo o jornal, o mulá Mohammed Omar também estaria com Bin Laden, e os dois estariam "sem nenhuma chance de escapar". O diário diz ainda que forças americanas e britânicas estariam apenas à espera da ordem para capturá-los. |
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