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Polícia no Japão invade escritórios de seita religiosa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Policiais japoneses invadiram os escritórios da seita Aum Shinrikyo (Verdade Suprema), responsável pelo ataque no metrô de Tóquio, em 1995, com gás sarin. Cerca de 200 policiais ocuparam o escritório principal da seita, enquanto outros policiais tomaram dez repartições. Segundo a imprensa local, essa foi a maior batida policial desde que o culto religioso se reorganizou, em 2000, e passou a se chamar Aleph. O ataque surpresa da polícia ocorreu dias antes do anúncio do veredicto do líder da Aum Shinrikyo, Shoko Asahara. Pena de morte A expectativa é que Asahara, cujo nome verdadeiro é Chizuo Matsumoto, seja condenado à pena de morte caso seja considerado culpado de assassinato por ter planejado o ataque de sarin, no qual 12 pessoas morreram e cerca de 5 mil ficaram feridas. Outros 11 membros da seita já foram condenados à pena de morte, mas apelaram contra a sentença e ainda não foram executados. A agência de notícias Kyodo disse que as batidas da polícia, em que foram recolhidos documentos e disquetes de computador, tinham como objetivo prevenir que o grupo religioso tomasse qualquer ação relacionada ao veredicto de Asahara. Um membro do serviço de inteligência japonês afirmou à agência de notícias Associated Press que membros do culto mostraram grande devoção a Asahara nos últimos meses, aumentando os receios de que possíveis ataques sejam realizados perto do anúncio da decisão judicial. |
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