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Bremer sugere 'eleições indiretas' no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O administrador civil americano para o Iraque, Paul Bremer, disse às redes de televisão ABC e CNN que existe a posibilidade de modificar o plano de formação de um governo transitório no Iraque, talvez introduzindo o que ele chamou de eleições parciais. Pelo planejamento atual, a escolha do novo governo deve ser feita através de reuniões locais. Washington, acrescentou que poderá inclusive aceitar o adiantamento, em talvez um mês, das eleições gerais previstas para daqui a pouco menos de um ano. Entretanto, os Estados Unidos afirmam que continuam convencidos de que não há tempo suficiente para organizar um pleito antes de 30 de junho, como quer a maioria xiita. Bremer acredita que a opinião do enviado especial da ONU, Lakhdar Brahimi, quando ao cronograma possível para eleições vai ser a mesma do governo americano. Tempo A Casa Branca está envolta em uma disputa de interesses com o líder espiritual da comunidade xiita no Iraque, o aiatolá Ali al-Sistani. Sistani quer que o governo transitório seja eleito e não nomeado. Os Estados Unidos afirmam que não há tempo suficiente. Apesar de ter falado da possibilidade de eleições parciais, Bremer não deu mais detalhes. Apesar de manter a data de 30 de junho, o administrador americano para o Iraque ressaltou que a presença militar continuará. "Os Estados Unidos vão permanecer no solo iraquiano até que se complete o trabalho no Iraque", disse Bremer. "A presença americana no Iraque não acabará em 30 de junho." |
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