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Bush vai depor sobre o 11 de setembro | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, concordou em dar seu testemunho aos membros de uma comissão federal que está investigando os ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos. O encontro deve ser particular e não está claro se partes de suas declarações serão publicadas. Essa é uma decisão incomum para um presidente e é uma concessão da Casa Branca para a comissão. Este seria um segundo esforço da Casa Branca para tentar acabar com alegações que vêm sendo feitas por adversários sobre o presidente. Na sexta-feira, a Casa Branca já havia divulgado mais documentos com informações sobre o período em que o presidente americano prestou serviço militar. Reclamações Mas por enquanto, a Casa Branca disse que o testemunho não será feito em público. O ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, e seu vice-presidente, Al Gore, também concordaram em prestar depoimento, mas sem aparição pública. A comissão tem reclamado sobre a falta de cooperação do governo Bush. Os resultados da investigação devem ser divulgados no final de maio. Mas também pode ser que as revelações sejam divulgadas apenas depois das eleições presidenciais americanas, que acontecem em novembro. A maioria das declarações de Bush deve ser mantida em segredo porque provavelmente envolve dados de inteligência. Mas o testemunho ainda pode acarretar riscos políticos para Bush, porque a comissão quer saber o que o presidente sabia sobre as ameaças feitas aos Estados Unidos antes do 11 de setembro. |
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