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Coréia do Sul aprova envio de tropas ao Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Parlamento sul-coreano aprovou o envio de mais de 3 mil soldados para o Iraque. Com isso, a Coréia do Sul passará a constituir com a terceira maior força militar no país, depois dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha. A votação endossa uma decisão tomada pelo presidente Roh Moohyun, em dezembro. O envio envolverá um misto de tropas de combate e tropas de apoio. Os soldados vão se unir aos 465 médicos e engenheiros militares sul-coreanos que já estão no Iraque. A questão tem sido controversa e uma série de manifestações contra a decisão a decisão foram feitas no país. O presidente Roh defendeu o envio argumentando que era necessário mostrar o compromisso do país com os Estados Unidos. Os americanos têm cerca de 37 mil soldados na Coréia do Sul, que protegem o país de um eventual ataque da vizinha Coréia do Norte. Sem escolha O placar final da votação foi de 155 parlamentares a favor, 50 contra e sete abstenções. Houve tumulto do lado de fora da Assembléia Nacional, quando cerca de 600 manifestantes tentaram romper uma barreira feita pela polícia. Os manifestantes cantavam slogans contra os Estados Unidos e pediam para a que o envio de tropas não fosse aprovado. “Nós não queremos ver os nossos filhos e o povo iraquiano sangrarem para que Bush possa se reeleger presidente dos Estados Unidos”, disse o ativista Oh Jong-ryul. As tropas adicionais vão se responsabilizar pela segurança e reconstrução à volta da cidade de Kirkuk, no norte do Iraque. |
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