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Brasil não poderia substituir EUA como fornecedor de frango, diz jornal | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal Strait Times, de Cingapura, afirma nesta quinta-feira que o Brasil não poderia atender a enorme demanda por carne de frango se for confirmado que os Estados Unidos têm a gripe do Frango. A confirmação baniria as exportações americanas, e o Brasil - como o segundo produtor mundial no setor - seria a opção natural. "Uma coisa é substituir as exportações tailandesas", diz Julio Cardoso, presidente da Associação Brasileira de Exportadores Avícolas, que diz que o Brasil pode aumentar a sua produção, "mas apenas até certo limite". Os Estados Unidos são os maiores produtores avícolas do mundo. Vitória diplomática O jornal americano The Herald Tribune diz que 2004 deveria ser o ano em que a economia brasileira iria se recuperar. No entanto, após algumas semanas em que investidores causaram uma valorização na bolsa, os mercados financeiros agora se retraem preocupados com o futuro. O jornal reconhece que o país deve crescer entre 3% e 4% neste ano, mas a recuperação econômica pode não se refletir em um aumento da oferta de empregos, o que seria extremamente prejudicial a Lula. Também nos Estados Unidos, o jornal Kansas City Star diz que a decisão de que os turistas do país não vão mais ter que formar uma fila separada quando forem ao Brasil foi uma vitória da diplomacia americana. Bush militar O jornal argentino Clarín publica uma entrevista com duas missionárias argentinas que foram presas enquanto passavam as férias em Camboriú, em Santa Catarina. As duas foram pegas roubando cosméticos e outros produtos no valor de mais de 300 reais. Elas contaram ao jornal detalhes de suas vidas dentro da cadeia brasileira. O jornal americano The New York Times diz que o breve desaparecimento do candidato à presidência russa Ivan Rybkin pode ter sido a única atracão das eleições do país. O jornal descreve o pleito de tragicômico e diz esperar que Puttin perceba que a autoridade decorrente de uma conquista honesta sobre um adversário respeitável seria preferível a uma vitória por uma margem esmagadora de votos. Bush definiu a si mesmo como o "presidente da guerra" em uma entrevista no domingo. Nesta quinta-feira, o jornal britânico The Guardian investiga o alegado currículo militar de Bush e porque os seus comandantes militares da época não se lembram dele. |
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