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Atualizado às: 11 de fevereiro, 2004 - 11h36 GMT (09h36 Brasília)
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Número de mortos em novo ataque no Iraque chega a 47
Ambulância no local da explosão
Ataque é o segundo do tipo no Iraque em menos de 48 horas
Uma forte explosão causada por um carro-bomba deixou pelo menos 47 mortos nesta quarta-feira no centro de Bagdá, capital do Iraque, de acordo com as autoridades iraquianas.

O ataque ocorreu por volta de 7h40 (2h40 no horário de Brasília), perto de um centro de recrutamento para pessoas interessadas em integrar o Exército iraquiano.

Um porta-voz do Exército americano no Iraque, coronel Ralph Baker, disse que um homem dirigiu na direção do centro com um veículo carregado com uma quantidade estimada entre 135 e 225 quilos de explosivos.

Os americanos haviam confirmado a morte de 36 pessoas.

Segundo a agência de notícias Associated Press, centenas de iraquianos faziam fila na frente do centro quando o carro explodiu. "Foi um ataque suicida voltado estritamente contra iraquianos", afirmou Baker.

Eleições

Este é o segundo carro-bomba a explodir no país em menos de 48 horas. Na terça-feira, um veículo explodiu perto de uma delegacia ao sul de Bagdá.

De acordo com a polícia, 50 foram mortas pela explosão de terça-feira, e outras 60 ficaram feridas.

Segundo o coronel Baker, rebeldes locais têm lançado grandes ataques, aparentemente para coincidir com a visita da equipe da ONU que analisa as condições para a realização de eleições no Iraque.

O ataque desta quarta-feira ocorreu perto da chamada Zona Verde, a área de alta segurança onde fica a sede da administração americana no Iraque.

Johnny Dymond, correspondente da BBC em Bagdá, diz que o alvo escolhido indica que os militantes estão buscando alvos civis, mas com grande significado político.

Ainda segundo o correspondente, apesar das ameaças a que estão submetidos, iraquianos continuam procurando trabalhar com a coalizão liderada pelos Estados Unidos, uma vez que o desemprego no país é altíssimo.

Autoridades americanas recentemente alertaram para o que chamaram de um plano da organização extremista Al-Qaeda para incitar a violência entre grupos xiitas e sunitas, que detinham o poder no país no regime de Saddam Hussein.

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