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Fazendeiro sul-africano é acusado de jogar ex-empregado a leão | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um fazendeiro sul-africano e três de seus empregados devem comparecer à Justiça do país nesta terça-feira, acusados de alimentar um leão com um ex-funcionário da fazenda. Os quatro foram presos na segunda-feira depois que a polícia encontrou um crânio humano e pedaços de uma perna em uma área fechada, onde ficavam os leões. Testemunhas afirmaram à polícia que Nelson Shisane, de 38 anos, foi atacado, amarrado e levado para um local onde funciona um projeto de criação de leões. Depois foi arremessado pela cerca. Shisane, que foi demitido em 2003, teria voltado à fazenda para pegar objetos pessoais de volta. A família informou sobre seu desaparecimento no dia 8 de fevereiro. Restos encontrados O proprietário da fazenda, que fica perto de Hoedspruit, cerca de 350 quilômetros a nordeste de Johannesburgo, e seus supostos cúmplices, não tiveram seus nomes divulgados. Os restos humanos foram encontrados no Projeto de Criação de Leões Brancos de Mokwalo, a 15 quilômetros da fazenda. ''O fazendeiro e três empregados teriam assistido enquanto o leão atacava o homem, antes de arrastá-lo para um arbusto'', disse a superintendente da polícia, Ronel Otto. ''Estamos encarando este problema de forma séria e colocamos uma força-tarefa de dez homens, nossos mais importantes detetives, nesta investigação'', acrescentou Otto. Segundo a superintendente da polícia, os restos de Shisane foram enviados para Pretória para serem examinados. Em 2003, um relatório da Comissão para Direitos Humanos da África do Sul condenou a cultura da violência ainda presente nas fazendas do país. |
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