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Atualizado às: 07 de fevereiro, 2004 - 16h16 GMT (14h16 Brasília)
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Rússia diz que não negocia com chechenos
Flores no metrô russo
Passageiros vem deixando flores próximo do local da explosão
Um dia depois que uma bomba explodiu no metrô de Moscou, matando pelo menos 39 pessoas, o ministro da Defesa russo, Sergei Ivanov disse que o país não vai ceder à pressão e negociar com os separatistas chechenos.

O Presidente Putin culpou o que ele chama de terroristas, pelos ataques.

Mas líderes da Chechênia condenaram o atentado, um dos mais graves ocorridos na Rússia desde que Putin tomou posse, em 2000.

Enquanto isso, a polícia de Moscou está tentando descobrir se a explosão foi causada por um homem-bomba ou se apenas deixaram explosivos no trem.

Investigadores estão interrogando os sobreviventes

Luto

A explosão deixou mais de 100 feridos, ainda sob cuidados médicos, sendo que o estado de 20 deles é considerado grave.

A polícia ainda está identificando os mortos.

O metro russo retomou suas atividades e os passageiros vem depositando flores na plataforma mais próxima de onde a explosão aconteceu.

O prefeito de Moscou, Yuri Luzhkov, decretou luto oficial na segunda-feira.

Suspeitos

O correspondente da BBC em Moscou, Angus Roxburgh, afirmou que ainda restam muitas dúvidas sobre como ocorreu a explosão, que atingiu o segundo vagão de um trem em uma estação do centro da cidade, em plena hora do rush matinal.

O sub-promotor público de Moscou, Vladimir Yudin, afirmou que a explosão "parece ter sido obra de um militante suicida", enquanto o vice-prefeito, Valery Shantsev, acredita que a bomba foi colocada no trem junto com 5 quilos de explosivos.

Segundo o correspondente da BBC, câmeras de circuito interno de TV mostram duas mulheres que poderiam estar envolvidas.

Mas a polícia também teria divulgado um retrato-falado de um homem suspeito.

Eleições

Putin afirmou que o atentado teve a intenção de prejudicar a campanha eleitoral presidencial na Rússia, que vai às urnas em março.

O presidente russo afirmou que o país não vai ser coagido.

"Temos certeza de que (o líder rebelde) Aslan Maskhadov e seus comparsas estão ligadas a esse ato de terrorismo", disse Putin.

Mas um representante de Maskhadov negou o envolvimento de militantes separatistas.

Nos últimos anos, a capital russa tem sido alvo de explosões com freqüência e quase todos eles são atribuídos a rebeldes chechenos.

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