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Tio de Iruan não respeita prazo da Justiça taiwanesa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Parentes do órfão brasileiro Iruan Ergui Wu se recusaram a entregar o menino a uma corte de Taiwan nesta sexta-feira. O juiz responsável pelo caso, Liao Wen-Hsiung, concordou em estender o prazo até as 11 horas da manhã de segunda-feira para que Iruan seja entregue a um representante de sua avó. "Não é que não quero devolvê-lo, eu apenas gostaria que sua avó viesse aqui buscá-lo", disse Wu Huo-yen, o tio que mora em uma vila de pescadores. Wu disse aos jornalistas que o menino não quer sair do país e não gosta da idéia de ser levado por um estranho. O menino de 8 anos de idade se encontra no meio de uma disputa internacional por sua custódia. A disputa teve início há três anos, quando o menino foi levado a Taiwan por seu pai, que era capitão de um barco pesqueiro, pouco antes de sua morte. A mãe, brasileira, também já havia morrido. Desde então, seu tio e sua avó vem brigando por sua custódia. |
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