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G-7 diverge sobre como fazer mundo crescer, diz 'Le Monde' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A jornal francês Le monde diz que é tensa a atmosfera da reunião desta sexta-feira na Flórida dos ministros de Finanças e dos presidentes de bancos centrais dos sete países mais ricos do mundo, que formam o G-7. Segundo o jornal, há uma grande diferença de opiniões sobre o que fazer para estimular a economia. Le Monde reconhece que o crescimento mundial depende dos Estados Unidos. No entanto, argumenta que a expansão americana está baseada em “duas bombas-relógios”, que são os deficits público e em conta corrente. Os Estados Unidos “estão se sustentando com empréstimos”, segundo o jornal. 'Analistas bem-pagos' Para o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung os sócios europeus do G-7 devem dizer aos americanos que cortem os deficits fiscal e em conta corrente. O jornal prevê que os americanos vão aconselhar os europeus a fazer mais para estimular a economia da zona do euro. Antecipa também que europeus e americanos “vão se juntar para criticar China e Japão por sua política de depreciar suas moedas que está prejudicando as perspectivas de exportação dos Estados Unidos e da Europa”. "O ponto alto será provavelmente outro comunicado vago que vai ser escrutinado durante semanas por analistas e economistas bem pagos", diz o Frankfurter Allgemeine Zeitung. 'Supermercado nuclear' Na Grã-Bretanha, os principais jornais destacam o apelo do Partido Conservador para que o primeiro-ministro Tony Blair peça demissão do cargo. Segundo o jornal The Independent, os conservadores pediram a saída de Blair por ele ter dito que não sabia que a alegação do governo de que o ex-líder do Iraque Saddam Hussein poderia lançar armas de destruição em massa em 45 minutos se referia apenas a armamento de combate em batalhas e não a mísseis. Já o Daily Telegraph diz que as agências de inteligência do mundo estão em uma corrida para acabar com o que o jornal chama de “supermercado nuclear”. É assim que o jornal define o fornecimento de tecnologia nuclear a Irã, Líbia e Coréia do Norte por Abdul Qadeer Khan, "pai da bomba atômica" do Paquistão. Cidade de Deus O jornal The Guardian traz uma longa entrevista com Katia Lund, a co-diretora do filme Cidade de Deus. O nome dela não aparece na indicação que o filme recebeu para o Oscar de melhor diretor. Na indicação, está apenas o nome do diretor Fernando Meirelles. Katia Lund conta ao jornal que não vai lutar pelo reconhecimento. Ela diz que tudo vai ser como o Brasil disputando a Copa do Mundo e que ela não vai estragar a festa. |
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