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Estressados, elefantes de Nova Déli fazem terapia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os elevantes indianos criados em cativeiro estão estressados, infelizes e precisam de terapia, de acordo com a organização ambientalista Indiana Wildlife Trust of India. Por conta disso, o grupo convocou uma especialista em elefantes dos Estados Unidos para ajudá-los. Elke Riesterer já fez sessões de terapia com todo tipo de animais. Mas, diz ela, os elefantes estão entre os seus favoritos. Ela fala enquanto acaricia Gangara, um dos 30 elefantes gigantescos que vivem numa colônia à beira do rio Yamuna, em Nova Délhi. Trabalho Os elefantes estão ocupados quase todos os dias. Trabalhando em casamentos e outras cerimônias, rendem cerca de US$ 100 por dia aos seus criadores. Elke foi convidada para avaliar os níveis de estresse de alguns desses animais na Índia. Gangara parece nem se importar com o carinho que recebe dela. Elke corre suas mãos sobre o tronco, a cabeça e as patas, enquanto o elefante continua mastigando pedaços de cana. "Mantenho minhas mãos sobre ele, o que o torna mais confiante com a minha presença. Agora ele está se apoiando sobre minhas mãos", conta a terapeuta. "Este animal está muito estressado. Posso dizer que há algo que o está incomodando. Ele não parece estar bem. Os elefantes estão lacrimejando. Acho que há muita poeira, este não é um bom ambiente." Veterinários dizem que os elefantes da capital indiana não são bem alimentados. Além disso, vivem em meio à sujeira, à poluição atmosférica e ao barulho dos carros. Muitos já se feriram em acidentes com carros ou motos nas ruas de Nova Délhi. Elke Riesterer vai utilizar a sua terapia do toque em elefantes de seis cidades da Índia. Ela costuma trabalhar com essa técnica, conhecida como Tellington, no zoológico de Oakland, na Califórnia. |
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