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Greg Dyke expressa dúvidas sobre o relatório Hutton
O ex-diretor geral da BBC, Greg Dyke, disse que se ele ainda estivesse no cargo, pediria uma revisão independente do sistema editorial da BBC. Dyke renunciou ao cargo nesta quinta-feira, um dia depois de a empresa ter sido criticada em um inquérito sobre as circunstâncias da morte do cientista David Kelly. No relatório, o ex-juiz Brian Hutton, que presidiu a investigação do Caso Kelly, disse que a BBC falhou ao permitir que uma reportagem que acusava o governo de "apimentar" um dossiê sobre o programa de armas do Iraque fosse ao ar sem que tivesse sido lida pelos editores. Dyke disse não aceitar todas as declarações do relatório Hutton. Em resposta, o lorde Charles Falconer, secretário de assuntos constitucionais, disse que a BBC deveria aprender com o relatório. Ele assegurou que a nova liderança da BBC será escolhida para garantir a independência e a integridade da empresa. Pontos de vista Dyke disse que estaria interessado em saber qual seria a conclusão de outros juízes sobre a morte de Kelly. "Nós ficamos chocados por ser tão preto no branco. Nós sabíamos que erros haviam sido cometidos, mas não acreditávamos que só nós seríamos apontados como envolvidos", disse ele. "Nós temos uma opinião... Há alguns pontos legais do relatório que estão errados. Mas isso não significa dizer que ele está errado, isso é uma opinião." Segundo Falconer, "Hutton fez uma investigação minuciosa sobre o que aconteceu, e eu acho que todos nós devemos refletir com muito cuidado sobre o que foi descoberto". Dyke disse que não deve haver mais renúncias na BBC. |
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