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Delegados da PF esperam brasileiros deportados dos EUA
Um grupo de 25 delegados da Polícia Federal vai esperar os brasileiros deportados dos Estados Unidos quando eles desembarcarem no aeroporto de Cofins, na capital mineira, Belo Horizonte, na quarta-feira. Eles serão identificados e questionados sobre possível envolvimento com redes de tráfico humano – já que muitos foram detidos quando tentavam cruzar ilegalmente a fronteira do México com os Estados Unidos – e quadrilhas de falsificação de documentos. A Polícia Federal mineira pediu que familiares que forem recepcionar os brasileiros deportados levem documentos que possam ajudar na identificação. Muitos deles perderam os documentos durante a viagem. De acordo com o Ministério da Justiça, a intenção não é prender ninguém, a não ser que exista uma ordem de prisão para ser cumprida por outro motivo. Suspeitos Suspeitos de envolvimento nas quadrilhas de falsificação ou tráfico humano podem ser indiciados em inquérito. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, pessoas que têm a entrada recusada ou são deportadas são geralmente colocadas no vôo comercial seguinte de volta ao país, para terem sua privacidade preservada. Quem paga a volta do passageiro deportado é o país que recusou a entrada, e nem sempre o governo brasileiro é informado. No caso deste grupo de brasileiros, o embarque num vôo fretado foi autorizado em caráter excepcional pelo Itamaraty, para que a volta fosse mais rápida, já que o governo americano alegava dificuldade em conseguir lugares nos vôos comerciais. Inicialmente, o Itamaraty havia resistido à intenção do governo americano de usar um vôo fretado, a pedido da Secretaria Especial de Direitos Humanos, justamente para evitar a identificação dos deportados. |
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