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Atualizado às: 26 de janeiro, 2004 - 20h03 GMT (18h03 Brasília)
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Jordânia negocia libertação de prisioneiros em Israel
Membros do Hamas
Grupo palestino planeja 'libertação' de territórios por etapas

O chanceler israelense, Silvan Shalom, disse nesta segunda-feira que a libertação de alguns prisioneiros jordanianos será um dos temas de sua visita à Jordânia na quarta-feira.

Segundo Shalom, qualquer acordo será feito independentemente daquilo que foi acertado entre Israel e a guerrilha libanesa do Hezbollah.

Na semana passada, as duas partes concordaram em trocar mais de 400 árabes presos em Israel por um empresário israelense seqüestrado no Líbano e os corpos de três soldados.

Em novembro, Israel soltou dez jordanianos que estavam nas suas prisões como gesto de boa vontade durante um feriado muçulmano. Pelo menos 60 cidadãos do país vizinho seguem detidos em Israel.

Shalom também tem negociado discretamente com o Egito a libertação do israelense Azzam Azzam, preso pelos egípcios e acusado de espionar para Israel.

Azzam, israelense de origem árabe, foi condenado no Cairo em 1997 a 15 anos de prisão.

Hamas

Durante o fim de semana, um porta-voz do Hamas disse que o grupo extremista palestino estaria disposto a declarar uma trégua de dez anos em suas ações contra Israel se o país se retirar dos territórios que ocupou em 1967.

Abdel Aziz al-Rantisi, um dos líderes da organização na Faixa de Gaza, disse que o Hamas chegou à conclusão de que é difícil "libertar" toda a terra palestina agora, então está disposta a buscar uma "libertação" por etapas.

Seus comentários parecem refletir mudanças na política de um grupo que tradicionalmente defende a destruição de Israel e que utiliza homens-bomba em suas ações.

"Aceitamos um estado na Cisjordânia, incluindo Jerusalém, e na Faixa de Gaza. Propomos uma trégua de dez anos em troca de uma retirada (de Israel) e do estabelecimento de um Estado", declarou Al-Rantisi à agência de notícias Reuters.

O porta-voz do Hamas disse que não espera que Israel leve a sério a sua sugestão, já que o governo de Ariel Sharon rejeitou propostas palestinas que envolviam a retirada de áreas menores.

No mês passado, grupos palestinos – o Hamas entre eles – se reuniram para discutir os termos de um cessar-fogo com Israel, mas não chegaram a um acordo.

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