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Atualizado às: 23 de janeiro, 2004 - 18h08 GMT (16h08 Brasília)
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Meirelles: 'Crescimento não será como antes'

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles
Presidente do BC fez declaração em encontro com empresários

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse que "o crescimento brasileiro não será feito com aceleração e freada, como no passado".

A declaração foi feita nesta sexta-feira, em Davos, durante um almoço com empresários, em que o principal assunto foi a política de juros e a decisão do BC de manter a Selic em 16,5% ao mês.

Meirelles, porém, se recusou a comentar diretamente a decisão do Copom – a Comissão de Política Monetária do BC.

"Só falo sobre isso na quinta-feira, depois da divulgação da ata do Copom."

Taxa de juros

Depois, em uma reunião fechada com empresários, o presidente do Banco Central teria sido mais específico.

"O presidente do BC disse que a taxa de juros vai continuar a baixar na medida em que tiver previsibilidade e menos risco-país'', contou o vice-presidente da Nestlé para as Américas, Carlos Represas.

Meirelles também disse que a economia brasileira já voltou a crescer e tem todas as condições para expandir 3,5% por ano.

"Acho que estamos na boa direção. É o único caminho a seguir".

A economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, Anne Krueger, depois de um rápido encontro com Meirelles, também ressaltou a recuperação da economia brasileira, notando que a indústria e outros setores começam a reagir.

Já o megainvestidor Georges Soros, depois de hesitar sobre o Brasil, opinou que a política econômica brasileira está muito ortodoxa.

"Cada um tem direito a opinar, mas nós trabalhamos com resultados", retrucou mais tarde Henrique Meirelles.

O tema do crescimento econômico domina a agenda do Fórum Mundial de Economia, que é realizado em Davos, nos Alpes suíços.

Há incertezas sobre a sustentabilidade da retomada da economia global, diante do alto nível de endividamento dos Estados Unidos.

"O presidente Lula não pode fazer tudo, porque parte do crescimento depende da situação da economia mundial", observou o presidente do Banco Mundial, James Wolfenson.

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