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Weah pede que crianças abandonem milícias na Libéria
O ex-atacante do Milan e do time britânico Chelsea, George Weah, voltou ao seu país, Libéria, para iniciar uma campanha para que crianças envolvidas no conflito do país voltem à escola. O ex-atacante, que foi considerado o melhor jogador do mundo pela Fifa na década de 90, é agora um embaixador da boa vontade da Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a Infância. ''A guerra acabou. Entreguem suas armas e voltem para a escola'', foi a mensagem do jogador. A Libéria passou por 14 anos de guerra civil até que o ex-presidente Charles Taylor fugiu do país em agosto de 2003. Cerca de 15 mil crianças se envolveram e lutaram no conflito. A visita de Weah coincide com um debate no Conselho de Segurança da ONU a respeito do envolvimento de crianças em guerras. Realidade Weah, um dos homens mais populares do país, foi recebido com festa por uma multidão. ''Minha mensagem hoje é que a guerra acabou, não vai mais haver guerra. Elas (as crianças) deveriam abandonar as armas e voltar para a escola porque é imperativo que possamos viver em paz em harmonia, para melhorar a situação do país e das crianças'', disse Weah. O retorno do ex-atacante ao país coincide com o lançamento de um protocolo da Unicef a respeito do tratamento de crianças durante conflitos. Mas, segundo o correspondente da BBC na Libéria, Mark Doyle, a realidade é que muitos líderes de milícia preferem recrutar crianças. Os líderes de milícias, segundo Doyle, alegam que crianças tem menos senso de moralidade que adultos e não hesitam quando têm que cumprir ordens como matar alguém. |
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