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'Suicídio de doutor Morte' será investigado pelo governo
O governo britânico lançou uma investigação a respeito da morte de Harold Shipman, o médico britânico que se tornou o maior serial killer da história do país e que foi encontrado morto em sua cela na prisão. O governo anunciou que o ombusdman do setor carcerário, Stephen Shaw, vai liderar o inquérito. O anúncio foi feito horas depois do médico de 57 anos ter sido encontrado enforcado com a roupa de cama em sua cela. Harold Shipman, conhecido como "Doutor Morte", foi condenado pelo assassinato de 15 pacientes idosos há quatro anos. Uma investigação posterior chegou à conclusão de que ele tinha matado mais de 200 outras pessoas. Shipman foi encontrado enforcado em sua cela em Wakefield, na Inglaterra. Ele chegou a ser colocado sob observação especial na prisão para evitar que se suicidasse, mas não estava mais sendo observado quando morreu. O serviço penitenciário britânico deve conduzir uma investigação sobre a sua morte. Sem sinais Uma porta-voz da prisão onde estava Shipman afirmou que ele não demonstrou nenhum sinal de que cometeria suicídio. Outra fonte do Serviço Penitenciário disse que durante uma conversa telefônica com sua mulher, que foi gravada uma noite antes de sua morte, o médico não mostrou sinais de que estava deprimido ou planejando se matar. Stephen Shaw não deveria assumir o cargo de investigador de mortes no sistema carcerário até abril. ''O que eu precisarei para a investigação é se Shipman deu algum sinal na prisão de Wakefield, onde estava, que iria se matar ou se houve algum deslize no que diz respeito aos procedimentos apropriados em casos como este'', afirmou. |
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