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Começa a libertação de prisioneiros iraquianos em Bagdá
Cerca de cem prisioneiros iraquianos estão sendo libertados nesta quinta-feira pelas forças americanas, no que o administrador dos Estados Unidos no Iraque, Paul Bremer, chamou de "gesto de reconciliação". Dois caminhões levando iraquianos foram vistos deixando a prisão de Abu Ghraib, na periferia de Bagdá. A coalizão liderada pelos Estados Unidos planeja libertar um total de 506 homens nas próximas semanas. Centenas de parentes de prisioneiros iraquianos se concentraram do lado de fora da prisão para aguardar os detidos. Sangue Paul Bremer disse que não serão libertados os prisioneiros que, nas palavras dele, "tenham sangue nas mãos". Bremer disse ainda que pretende intensificar a caça aos insurgentes no país. Depois de anunciar a libertação de detidos, Bremer apresentou um esquema para pagamento de US$ 200 mil por informações que levem à captura de 30 iraquianos suspeitos de participarem de insurreição contra os americanos. Estima-se que a força de coalizão liderada pelos Estados Unidos mantenha 9 mil prisioneiros iraquianos. A questão dos prisioneiros custou a Bremer pesadas críticas por parte de líderes comunitários e tribais. Grupos de defesa de direitos humanos alegam que milhares de detidos ainda estão sendo mantidos sem acusação formal em condições de superlotação carcerária e más condições sanitárias. Enquanto isso, a violência prossegue no Iraque. Um soldado americano morreu e 34 ficaram feridos em um ataque de morteiro a uma base no oeste de Bagdá. |
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