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Decisão destaca relação 'cada vez mais difícil' com EUA, diz 'FT'
A decisão brasileira de começar a fotografar e tirar as impressões digitais de turistas americanos que chegam ao país ganhou destaque na imprensa internacional nesta sexta-feira. O assunto foi tema de reportagens noFinancial Times e no The Guardian, ambos da Grã-Bretanha. A iniciativa entrou em vigor no aeroporto de São Paulo na quinta-feira, após uma ordem de um juiz federal do Mato Grosso, como retaliação à decisão das autoridades americanas de tirar as digitais e fotografar os brasileiros que entram nos Estados Unidos. "A medida retaliatória do Brasil destaca as relações cada vez mais difíceis entre os dois países desde que Luiz inácio Lula da Silva assumiu o poder há um ano", afirma o Financial Times. "Ele tem sido um crítico aberto da guerra liderada pelos Estados Unidos no Iraque, afirmando que os EUA fariam melhor se dedicassem seus esforços para combater a fome no mundo." Atiradores As tropas americanas no Iraque têm intensificado a utilização de atiradores de elite em suas operações, afirma reportagem publicada nesta sexta-feira no diário The New York Times. Conhecidos como "snipers", eles são posicionados em locais estratégicos durante a movimentação de soldados em zonas urbanas iraquianas. Alguns deles contam já ter matado sete ou oito militantes armados num só dia. "Atirei na cabeça de um homem, e sua cabeça explodiu", contou o sargento Randy Davis ao jornal americano. "Normalmente, porém, você só vê uma nuvem de poeira saindo de suas roupas e vê um pouco de sangue saindo pela frente." Os atiradores de elite são capazes de matar integrantes da resistência iraquiana a grandes distâncias. Eles são usado na tentativa de prevenir ataque contra as tropas dos Estados Unidos, que são alvejadas diariamente no país. Com a crescente necessidade desses atiradores em regiões de conflito urbano no Iraque, o Exército americano enviou nos últimos meses equipes para treinar novos snipers no país. |
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