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Atualizado às: 01 de janeiro, 2004 - 13h12 GMT (11h12 Brasília)
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Powell promete devolução de soberania a afegãos e iraquianos em 2004

A guerra ao terrorismo vai continuar. E a reconstrução e promoção da liberdade no Afeganistão e no Iraque serão as prioridades da política externa americana no ano de 2004.

É o que afirma o secretário de Estado americano, Colin Powell, em artigo de opinião publicado na primeira edição do ano do diário The New York Times.

No texto, Powell responde diretamente as críticas à atuação das tropas de ocupação dos Estados Unidos no pós-guerra nesses dois países.

"O povo afegão tem agora uma constituição e nova esperança à medida que esperam pelas eleições nacionais", escreveu o chefe da diplomacia de Washington.

"Estamos trabalhando para devolver a soberania ao povo iraquiano por meio de um processo justo e aberto (...). Quando a Autoridade Provisória da Coalizão fechar suas portas em 30 de junho, vamos abrir uma embaixada em Bagdá."

Powell diz que "os americanos estão mais seguros no começo de 2004 que estavam há um ano".

"O Afeganistão não é mais um playground do diabo para terroristas, nem o Iraque é mais uma incubadora de armas de assassinato em massa que poderiam ter caído nas mãos de terroristas".

Tony Blair

Já os jornais britânicos destacam neste 1º de janeiro a mensagem de Ano Novo do primeiro-ministro Tony Blair, que pelas primeira vez deu indícios claros de que pretende buscar a reeleição ao final de seu atual mandato.

Um terceiro mandato manteria Blair, que assumiu em 1997, no poder até 2010. Com isso, ele superaria o recorde de Margaret Thatcher, que ficou no governo por 11 anos.

Blair prometeu não deixar o seu trabalho "pela metade" e levar adiante as reformas que iniciou. As próximas eleições gerais na Grã-Bretanha estão previstas para 2005.

Num editorial em tom bastante crítico, o diário The Independent afirma qe "Blair está sendo otimista demais se ele sinceramente acredita que metade de seu trabalho já foi realizado".

O texto continua: "Em muitos aspectos o governo de Blair nem mesmo começou o seu trabalho". O editorial cita sobretudo o que o diário acredita ser falhas da gestão trabalhista com relação às melhorias prometidas nos serviços públicos, sobretudo na área da saúde.

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