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Atualizado às: 30 de dezembro, 2003 - 11h00 GMT (09h00 Brasília)
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Fortuna de Berlusconi cresceu em 2003, diz jornal

Apesar de ter enfrentado contratempos políticos, o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, teve um excelente ano em termos financeiros em 2003.

Esse é o balanço feito pelo diário La Repubblica, segundo o qual o chefe de governo continua a ser também o detentor da maior fortuna na Itália.

Segundo levantamento feito pelo jornal, o grupo empresarial de Berlusconi Fininvest teve uma valorização em bolsa de valores de 1,7 bilhão de euros em 2003 – um aumento de 28% em relação ao ano anterior.

Com isso, o valor do total das companhias controladas pelo primeiro-ministro passaram de 5,96 bilhões de euros para 7,71 bilhões de euros.

Sérvia

O jornal britânico Financial Times destaca a preocupação da União Européia (UE) com o sucesso dos ultranacionalistas nas eleições parlamentares de domingo na Sérvia.

O diário cita Javier Solana, chefe da política externa da UE, que disse que os quatro partidos considerados democráticos do país deveriam deixar de lado suas divisões e se unir para garantir um governo estável.

O Partido Radical, cujo líder, Vojislav Seselj, está preso em Haia, onde é julgado por crimes de guerra nos Balcãs, recebeu 27,7% dos votos e terá agora a maior bancada no Parlamento em Belgrado.

Em editorial intitulado "Momento perigoso para a democracia sérvia", o FT afirma que os partidos radicais da Sérvia foram beneficiados pelo voto de protesto da população, insatisfeita com a falta de avanços econômicos do governo que sucedeu o ex-presidente Slobodan Milosevic.

"Os líderes democráticos devem oferecer alternativas melhores", afirma o jornal.

Os jornais europeus trazem também reportagens nesta terça-feira sobre a decisão do governo dos Estados Unidos de exigir a presença de seguranças armados nos vôos que chegam ou partem de seu território.

O francês Libération fala do "fiasco de segurança da Air France". Segundo o diário, a companhia aérea apostou nos últimos dois anos na terceirização deste serviço, contratando agentes de segurança de uma empresa chamada Pretory.

No mesmo dia em que os americanos anunciaram suas novas exigências, um tribunal comercial de Paris anunciou a falência da Pretory, vítima de má gestão de seus diretores.

As rotas entre a França e os Estados Unidos estão entre as de maior risco de atentado, segundo especialistas.

Na véspera do Natal, após receber informações dos serviços de inteligência dos Estados Unidos, a Air France cancelou seis vôos entre Paris e Los Angeles por temer um atentado.

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