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Musharraf promete 'limpar' extremistas do Paquistão
O presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, prometeu nesta quinta-feira "limpar do país" todos os "extremistas", depois de ter sobrevivido à segunda tentativa de assassiná-lo em 11 dias. Pelo menos 14 pessoas morreram em duas explosões na cidade de Rawalpindi, minutos depois de a comitiva presidencial ter passado pelo local onde elas ocorreram. Em uma entrevista poucas horas depois do ataque, o general Musharraf culpou extremistas islâmicos pela tentativa de assassinato. Na semana passada, uma bomba destruiu uma ponte segundos depois de o presidente e sua comitiva a terem atravessado, chegando a Rawalpindi. Talebã Segundo o correspondente da BBC em Islamabad Paul Anderson, militantes extremistas não aceitam o apoio dado pelo presidente aos Estados Unidos na luta contra membros da Al-Qaeda e da milícia Talebã, que controlava o Afeganistão até 2001. Há alguns meses, um dos principais líderes da Al-Qaeda, Ayman Al-Zahwari, divulgou um vídeo em que pede aos paquistaneses que tentem matar Musharraf. "Estamos travando uma guerra contra o terrorismo", disse o general à TV estatal do país. Ele disse que "extremistas e terroristas que querem prejudicar o país (e) difamar a religião (islâmica)" estão tentando matá-lo. "Nós temos que encará-los e não vamos nos acovardar." "Nós precisamos lutar contra eles e limpar o país desses extremistas. Essas são pessoas covardes, mas minha determinação é forte e eu tenho fé em Deus." |
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