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Autores de atentado contra Musharraf são reconhecidos
O ministro do Interior do Paquistão, Faisal Saleh Hayat, disse que agentes de segurança do país identificaram os dois homens-bomba que morreram num atentado frustrado contra o presidente Pervez Musharraf na quinta-feira. Mas o ministro disse ao Senado que não iria revelar detalhes por questões de segurança. O presidente Musharraf saiu ileso do atentado, mas pelo menos 15 pessoas morreram e 45 ficaram feridas quando dois homens-bomba, dirigindo carros com explosivos, se chocaram contra o comboio presidencial em Rawalpindi. Foi a segunda vez em 11 dias que o presidente Musharraf escapou por pouco de um atentado. Fracasso Há menos de duas semanas, uma explosão atingiu uma ponte também em Rawalpindi segundos depois que o comboio presidencial passou. O correspondente da BBC em Islamabad disse que alguns políticos acreditam que o sistema de segurança em torno do presidente Musharraf tinha fracassado totalmente. Mas um porta-voz do Exército negou que os ataques aconteceram por causa de um descuido da segurança. Na quinta-feira, o presidente prometeu "limpar o país" de todos os "extremistas". Extremistas Em uma entrevista poucas horas depois do ataque, o general Musharraf culpou extremistas islâmicos pela tentativa de assassinato. Segundo o correspondente da BBC em Islamabad Paul Anderson, militantes extremistas não aceitam o apoio dado pelo presidente aos Estados Unidos na luta contra membros da Al-Qaeda e da milícia Talebã, que controlava o Afeganistão até 2001. Há alguns meses, um dos principais líderes da Al-Qaeda, Ayman Al-Zahwari, divulgou um vídeo em que pede aos paquistaneses que tentem matar Musharraf. |
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