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Erros levam donos do Bompreço a sair do Brasil, diz FT
O jornal britânico Financial Times comenta a decisão da empresa holandesa Ahold, que é dona da rede de supermercados Bompreço, de sair do Brasil. O FT afirma que a decisão foi causada mais por irregularidades administrativas da própria Ahold do que por dificuldades de se operar em uma economia em desenvolvimento. Segundo o jornal, eles teriam cometido erros que demonstram a arrogância da empresa. A Ahold teimou em impor seus métodos no Brasil e como resultado, conseguiu desagradar a consumidores, fornecedores e até o órgão que regula o setor, o Cade, que terminou por ordernar que a empresa vendesse o Bompreço, afirmou o FT. Agora, duas empresas estão na briga pela compra do Bompreço, a rede americana Wal-Mart e a Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), que é dona do Pão de Açúcar. Lei seca O jornal americano The New York Times revela que o Paquistão vendeu segredos nucleares à Coréia do Norte, Irã e possivelmente outros países. Existem evidências, segundo o jornal, de que o "pai da bomba" paquistanesa, Abdul Qadeer Khan, entregou planos para enriquecimento de urânio a outros países. O jornal francês Le Figaro diz que 3 mil pessoas fizeram uma passeata em Paris contra a proibição do uso do véu muçulmano nas escolas do país. A manifestação não teve a presença de grupos políticos, mas apenas jovens mulheres islâmicas. Comentando este assunto, o jornal semanal alemão Bild am Sontag traz uma entrevista com o chanceler Gerhard Schröder. O premiê diz que o véu muçulmano não tem lugar "entre pessoas que representam o Estado”, mas admitiu que não vai ser possível proibir seu uso na Alemanha. Na Espanha, o jornal El Mundo disse que a visita surpresa do primeiro-ministro José María Aznar ao Iraque não passou de uma "imitação do gesto do presidente americano George W. Bush". Já o jornal La Razón argumenta que Aznar não busca popularidade, por já ter anunciado que não vai se candidatar para a reeleição. O jornal argentino El Clarín disse que a lei seca será finalmente implementada nesta segunda-feira em Buenos Aires. O governo quer combater o abuso do consumo alcoólico, proibindo a venda de bebidas em quiosques nas ruas e restringindo a venda em supermercados, entre as 8h e as 23h. A multa para os infratores pode chegar a cerca de R$ 10 mil. |
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