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Israel pede retomada de negociações de paz
O ministro do Exterior israelense, Silvan Shalom, pediu a retomada imediata das negociações de paz com os palestinos. Falando depois de uma reunião com o secretário de Estado americano, Colin Powell, em Washington, Shalom disse que acredita que os Estados Unidos podem assumir um papel importante no processo. Segundo o ministro, Israel vai revelar novos planos para promover o diálogo na próxima semana. Ele acrescentou que o primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, e seu colega palestino, Ahmed Qurei, vão se reunir em ''um futuro próximo''. ''Nós falamos sobre muitas questões incluindo os planos do governo e do primeiro-ministro. Acredito que o primeiro-ministro vai anunciar seu novo plano na próxima semana'', disse Shalom depois da reunião. O ministro, no entanto, se recusou a dar detalhes dos planos de Sharon. Shalom afirmou que a determinação da data para a reunião entre os dois líderes depende da ''vontade dos palestinos''. Alternativos A visita do ministro do Exterior israelense a Washington ocorre depois de reuniões entre autoridades americanas e os autores de dois planos alternativos de paz para o Oriente Médio, o Acordo de Genebra, e a iniciativa chamada Voz do Povo. Na quinta-feira, Colin Powell se reuniu com o intelectual israelense Sari Nusseibeh, um dos autores da iniciativa, que consiste em um grande abaixo-assinado de palestinos e israelenses pedindo pela paz. Mas o ministro do Exterior israelense, Silvan Shalom, disse que Powell assegurou a ele que o governo americano continua comprometido com o plano de paz original para o Oriente Médio, criado pelos Estados Unidos. O enviado da ONU para o Oriente Médio, Terje Roed-Larsen, disse nesta sexta-feira que os dois lados precisam criar medidas para colocar o processo de paz, que está paralisado, de volta nos trilhos. Em um relatório ao Conselho de Segurança da ONU, Roed-Larsen disse que havia uma pequena janela de oportunidade que não podia ser perdida. Ele acrescentou que iniciativas de paz não-oficiais mostraram que israelenses e palestinos poderiam trabalhar juntos, mas primeiro eles teriam que reconhecer e aceitar as preocupações de cada um. |
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