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Atualizado às: 08 de dezembro, 2003 - 02h56 GMT (00h56 Brasília)
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Vilarejo no Afeganistão contesta versão americana
Cemitério em Hutala
Nove crianças foram mortas no bombardeio americano no sábado

Os moradores da vila Hutala no Afeganistão onde foram mortas nove crianças num ataque americano contestaram a versão do exército dos Estados Unidos de que o suspeito também morreu no bombardeio.

Testemunhas disseram ao correspondente da BBC, Crispin Thorold, que a pessoa alvo do ataque havia deixado o vilarejo há dez dias.

Oficiais americanos declararam que tinham informações extensivas sobre o militante do Talebã, Mullah Wazir, que teria sido morto no ataque.

O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, disse que deveria haver maior coordenação entre as tropas americanas e o governo em operações futuras para evitar incidentes como o ocorrido no sábado.

Medo

A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu que seja realizada uma rápida investigação a respeito das "profundamente perturbadoras" mortes das nove crianças.

"Este incidente, que ocorre depois de outros similares, contribui para a sensação de insegurança e medo", disse o enviado especial da ONU ao país, Lakhdar Brahimi.

Forças americanas admitiram ter bombardeado uma casa na província de Ghazni.

Um porta-voz do Exército americano disse que o país sentia muito pela perda de vidas de pessoas inocentes.

As forças americanas estão investigando as circunstâncias da morte das crianças.

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