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Lula defende presença em viagens
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva justificou sua agenda de viagens internacionais, que vem sendo alvo de críticas no Brasil,, dizendo que "a única atividade que não permite intermediários é a relação política". "Não existe e-mail, fax, telefone que substitua o olho-no-olho, o aperto de mão, o abraço entre os seres humanos, sejam eles governantes ou não", afirmou Lula. "Essa presença física é insubstituível, é uma demonstração de respeito que estou dando aos países que estou visitando." Lula explicou que as viagens fazem parte de uma estratégia de ampliação das relações comerciais do Brasil. "Ator principal" O presidente disse ainda que o país deve passar a exercer o papel de "ator principal" no cenário internacional. Segundo ele, o Brasil não deve se contentar com o papel de coadjuvante, "que fica atrás das sobras daquilo que os outros não fizeram". Um dos propósitos da viagem que está fazendo a países árabes, disse o presidente, é intensificar relações com outros países em desenvolvimento, com o objetivo de aglutinar força política. "(O país) tem que ter uma política agressiva de comércio internacional, porque, nessa área, a ousadia e a competência valem muito" afirmou o presidente. Ele lembrou a importância da reunião do G20, em Brasília, e a tentativa de estreitar laços comerciais com a China, Rússia, África do Sul e Índia, com vistas a definir um papel mais influente para o Brasil no cenário de comércio internacional. "(O país deve estar) em condições de acumular um conjunto de atores políticos para obter a força necessária e fazer com que as barreiras muitas vezes impostas por tarifas de países ricos sejam mudadas", completou. |
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