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Ideologia da Al-Qaeda ainda se espalha, diz ONU
Um comitê da Organização das Nações Unidas (ONU) que monitora atividades ligadas à Al Qaeda informou que a ideologia da organização continua se espalhando pelo mundo. O último relatório do comitê afirmou que, apesar das ameaças da organização, menos da metade dos países membros apresentou informações voluntariamente sobre as medidas que estão tomando para combater as atividades da organização. Entre estas medidas estaria o controle do fluxo de capitais, armas e indivíduos pelas fronteiras internacionais. O relatório afirma ainda que, sem uma resolução mais rígida e mais abrangente que force os Estados a providenciar estas informações, o papel da ONU na luta contra o terrorismo internacional pode ser marginalizado. Ataque biológico O relatório da ONU ainda afirmou que o único obstáculo de um possível ataque químico ou biológico da Al Qaeda é a falta de conhecimento técnico. Segundo o relatório, a Al Qaeda já tomou a decisão de realizar ataques químicos ou biológicos, mas o obstáculo é a complexidade técnica para operar estas armas de forma efetiva, informou a agência de notícias AFP. Ainda de acordo com a AFP, o relatório foi divulgado por um grupo de especialistas criado pelo Conselho de Segurança da ONU e afirmou que muitas fontes e fundos da Al Qaeda ainda não foram descobertos ou bloqueados. O relatório acrescenta que a organização continua a ter acesso a fundos por meio de organizações de caridade, doadores e até atividades criminais, segundo a AFP. Turquia O governo turco deu nesta segunda-feira a sua mais forte indicação de que a Al Qaeda é a responsável pelos ataques de novembro. O vice-primeiro-ministro turco, Abdullatif Sener, disse que os suicidas e as pessoas relacionadas a eles parecem estar ligadas à organização liderada por Osama Bin Laden. Mais de 60 pessoas morreram em quatro ataques suicidas cujos alvos foram sinagogas, um banco britânico e o consulado britânico, todos em Istambul. Falando depois de uma reunião de governo, Sener afirmou que 21 pessoas foram acusadas em conexão com os ataques. Outras 16 pessoas ainda estariam detidas para interrogatórios. |
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