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Chávez: Não queremos nem Alca nem Alca 'light'
"Não estamos dispostos a apoiar nem a Alca nem a Alca Light", reafirmou nesta quinta-feira o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Foi assim que se manifestou sobre a posição de Brasil e Estados Unidos em reduzir o alcance da área de livre comércio. Chávez propõe a criação da Alba, Alternativa Bolivariana para as Américas. O presidente venezuelano ainda se queixou dos acordos alinhavados em Miami. Ele também não gostou nada do fato de Brasil e Estados terem se reunido numa mini-reunião de cúpula em Washington para tratar do tema. "O que foi isso afinal? Nós levamos nossa voz de protesto. Ninguém vai nos impor um acordo. Menos ainda algo que não conhecemos plenamente. A Venezuela é um país que tem dignidade", disse. Chávez disse ainda que seu ministro de Produção e Comércio, Wilmar Castro, foi surpreendido em Miami quando apresentaram no último minuto, um texto diferente do que foi discutido. "Alquita" O presidente que, chama a Alca reduzida de "Alquita" comparou o acordo com um copo de veneno. "Não tem como convencer alguém a tomar um copo com pouco veneno e assim morrer mais lentamente". Ele ainda mandou um recado para os presidentes que venham a assinar a criação da Alca, lembrando o que aconteceu com os que participaram das negociações em 1994. "Todos que assinaram a Alca para seu povo já se foram. Inclusive alguns estão submetidos a julgamentos. Estão no exílio em outros países ou presos acusados de grandes atos de corrupção. Vejam o que isso signfica. Impor a milhões algo que ninguém discutiu", disse. Finalmente, elogiou o ex-presidente Fernnado Henrique Cardoso, lembrando que chegou a romper o protocolo para cumprimentá-lo por ter dito que a Alca não é um destino e sim um caminho. "Nosso destino é o sul, disse Cardoso." |
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