|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
De 12 mil escolas de Buenos Aires, só 3 ensinam português, diz 'La Nación'
O jornal La Nación, de Buenos Aires, afirma nesta quinta-feira que o estudo da língua portuguesa na Argentina não alcançou um alto grau de desenvolvimento, apesar do auge registrado na década de 1990, a partir da criação do Mercosul. O La Nación cita o acordo de integração educativa assinado pelos ministros da Educação do Brasil, Cristovam Buarque, e da Argentina, Daniel Filmus, e diz que o desafio de ensinar português aos argentinos ainda enfrenta uma série de obstáculos, como a falta de textos na Argentina para o ensino do idioma. De acordo com o jornal, apenas três escolas públicas de um total de 12 mil em Buenos Aires incluem o ensino da língua portuguesa como matéria optativa. Segundo o La Nación, o pacto de integração educativa entre Brasil e Argentina prevê o intercâmbio de professores entre os dois países, a abertura de escolas bilíngües nas zonas de fronteira e a criação de módulos especiais para ensinar conteúdos comuns de história e geografia nas escolas dos dois países. Economia A edição desta quinta-feira do jornal britânico Financial Times destaca a informação de que o índice Bovespa atingiu a marca de 20 mil pontos pela primeira vez em seus 35 anos de história, após o anúncio do crescimento de 0,4% do PIB brasileiro no terceiro trimestre de 2003. De acordo com os jornais, embora o crescimento tenha ficado abaixo do esperado por analistas, o mercado ficou aliviado com a indicação de que a economia brasileira espantou a recessão e conseguiu se recuperar de dois trimestres consecutivos de retração. O Financial Times diz que a expectativa dos economistas agora é de um crescimento "mais robusto" em 2004. O jornal, no entanto, afirma também que os sinais no Brasil são de aumento da confiança entre os investidores, mas de queda na confiança dos consumidores. O jornal britânico diz ainda que analistas consideram a aprovação da reforma da Previdência no Senado "crucial" para garantir que o governo consiga honrar a sua dívida pública de US$ 250 bilhões. Crise européia Pelo segundo dia consecutivo, a decisão dos ministros da União Européia de não punir França e Alemanha pela violação das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento do bloco europeu recebeu muitas críticas da imprensa da região. Com a manchete "Caos europeu", o jornal francês Le Monde diz que o episódio "atacou uma das pedras fundamentais da integração européia". De acordo com o jornal, a partir de agora, os pequenos países do bloco europeu "têm toda a razão em denunciar a arrogância dos 'grandes'". O Le Monde lembra ainda que alguns países da União Européia "fizeram sacrifícios substanciais para obedecer o notório critério do Tratado de Maastricht (que fixou os fundamentos macroeconômicos para a estabilidade do euro) e provar que eram dignos de adotar a moeda única". Iraque O jornal Al-Ray Al-Am, do Kuwait, afirma nesta quinta-feira que as condições de vida da população iraquiana se tornaram ainda piores com a suspensão do trabalho tanto no setor privado quanto no setor público devido à onda de ataques no país. De acordo com o jornal, a situação provocou a deterioração da segurança e do sustento dos cidadãos iraquianos. O Al-Ray Al-Am diz que os erros cometidos pela coalizão liderada pelas forças americanas desde o início da ocupação deixaram o Iraque em um estado de "caos interno". Para o jornal kuwaitiano, se as forças de ocupação querem estabilidade no Iraque, elas deveriam fornecer comida, remédios e segurança ao povo iraquiano. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||