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UE pede destruição de muro na Cisjordânia
A União Européia criticou duramente os planos do governo israelense de construir um muro em volta da Cisjordânia. Em uma declaração escrita a União Européia também censura outras ações de Israel que, segundo a declaração, tornaria as condições de vida dos palestinos intoleráveis. A declaração afirma que a construção contínua de assentamentos israelenses na Cisjordânia é um obstáculo à paz. O documento foi divulgado no fim de uma reunião de dois dias do Conselho da Associação Européia-Israelense em Bruxelas, Bélgica. Desmantelamento A declaração européia desafiou a parte mais importante da política israelense de governo, pedindo o desmantelamento da barreira construída entre os territórios que, segundo o governo de Israel, é necessária para por um fim aos ataques suicidas. Segundo os europeus, a barreira já está deixando milhares de palestinos sem serviços essenciais e pode tornar a solução para a crise do Oriente Médio, uma solução que inclui a criação de dois países, fisicamente impossível. A União Européia também condena a intensificação dos ataques suicidas pelos palestinos. O encontro em Bruxelas parece ter tido o efeito contrário ao pretendido inicialmente: aumentou ainda mais a disputa política entre os dois lados. O ministro do Exterior israelense, Silvan Shalom, disse que seu país poderia diminuir seu boicote ao representante diplomático da União Européia em Israel, Marc Otte, imposto em protesto ao fato da UE manter contatos com o líder palestino Yasser Arafat. Mas a UE afirma que não recebeu garantias de que Israel vai reabrir seus contatos normais com outros representantes importantes da União Européia, como o chefe de política exterior, Javier Solana. |
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