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Israel diz que Sharon e Korei devem se encontrar em dez dias
Autoridades israelenses confirmaram nesta quinta-feira que o primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, e o premiê palestino, Ahmed Korei, irão se encontrar dentro dos próximos dez dias. O encontro marca uma nova tentativa de estabelecer um diálogo entre as duas partes. O ministro de Relações Exteriores de Israel, Silvan Shalom, disse que o encontro será precedido por reuniões menores entre representantes dos dois lados. Na quarta-feira, Korei e o líder palestino Yasser Arafat pediram o fim dos três anos de violência no Oriente Médio durante a sessão em que o novo gabinete palestino foi aprovado. O governo palestino anterior, liderado por Mahmoud Abbas, também conhecido como Abu Mazen, caiu há dois meses, após uma queda de braço política com Arafat pelo controle das forças de segurança palestinas. Um novo começo Uma disputa semelhante precedeu a nomeação da nova administração de Korei. A formação do novo governo tinha a intenção de abrir caminho para novas conversações com Israel, que se recusa a lidar com Arafat. Arafat, no entanto, conseguiu nomear o ministro do Interior, Hakam Balawi, e manteve o controle de grande parte do aparato de segurança. Na quarta-feira, Korei revelou idéias ambiciosas, pedindo por um cessar-fogo com Israel e uma conferência de paz internacional. O premiê palestino pediu para Israel sair dos territórios ocupados e permitir a realização das eleições que deveriam ter ocorrido em janeiro de 2003. Korei também pediu que os militantes palestinos, que não estão representados em seu governo, parem com a violência na região. Expectativa Em seu discurso no Parlamento, Arafat pediu um diálogo com Israel, dizendo que o país "tem o direito de viver em paz e harmonia." "Chegou a hora de saírmos desta espiral, essa guerra destrutiva que não trará segurança nem para nós ou para vocês", disse Arafat. No entanto, Israel e os Estados Unidos se recusam a negociar com o líder palestino e acusam Arafat de ter vínculos com "terroristas". Israel disse que julgará o novo gabinete palestinos por suas ações. |
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