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Atualizado às: 13 de novembro, 2003 - 10h53 GMT (08h53 Brasília)
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Britânicos prometem derrubar estátua de Bush no centro de Londres
A estátua de Saddam Hussein, que foi derrubada em Bagdá
A estátua de Saddam Hussein, que foi derrubada em Bagdá

Durante sua visita à Grã-Bretanha na próxima semana, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, corre o risco de ver uma estátua com sua efígie ser derrubada por manifestantes em pleno centro de Londres.

Manifestantes britânicos do movimento Stop the War (contrário à guerra no Iraque) planejam construir uma estátua de papel machê de Bush e erguê-la em Trafalgar Square, a principal praça do centro de Londres, para depois derrubá-la.

A derrubada da estátua visa recriar com humor a cena da estátua de Saddam Hussein que foi derrubada no centro de Bagdá, quando as tropas americanas chegaram à capital do Iraque durante a guerra.

Bush e sua mulher, Laura, farão uma visita de Estado de três dias à Grã-Bretanha, a partir do próximo dia 19. O casal será hospedado pela rainha Elizabeth 2ª no Palácio de Buckingham.

É a segunda visita de Estado de um presidente americano à Grã-Bretanha. O primeiro presidente a realizar esse tipo de visita foi Ronald Reagan, em 1982.

"Zona de exclusão"

A polícia britânica não confirmou relatos da imprensa britânica de que os responsáveis pela área de segurança da Casa Branca teriam exigido que fossem criadas diversas "zonas de exclusão" no centro de Londres.

"É totalmente inaceitável. Não vejo porque a Casa Branca pode ser capaz de determinar como, onde e quem pode protestar neste país", disse Lindsay German, porta-voz do Stop the War.

Devido à visita, todas as folgas e férias de policiais londrinos foram canceladas. Acredita-se que até 100 mil manifestantes participem de protestos na capital britânica contra a visita de Bush.

"Será um grande teste para a polícia metropolitana em termos do que podemos fazer para prevenir um ataque contra o presidente, um membro do governo ou da família real. Temos de conciliar medidas preventivas e permitir que pessoas protestem pacificamente", disse uma porta-voz da polícia metropolitana.

Durante um discurso na última segunda-feira, o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, disse que os manifestantes devem ver os dois lados da moeda no que diz respeito à guerra do Iraque.

"Protestem se quiserem. É um direito democrático. Ataquem a decisão de ter ido à guerra, mas tenham a integridade de reconhecer que, se não fosse por ela, os iraquianos que hoje saboreiam a liberdade ainda estariam sob o domínio de Saddam Hussein", disse Blair.

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