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Atualizado às: 11 de novembro, 2003 - 10h10 GMT (08h10 Brasília)
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Londres é 'alvo terrorista número 1' do Ocidente, diz consultoria
Segurança no aeroporto de Heathrow
Segurança aumentou em possíveis alvos como o aeroporto de Heathrow

Um estudo revelou que Londres corre maior risco de um ataque terrorista por extremistas islâmicos do que qualquer outra grande cidade dos Estados Unidos ou da Europa Ocidental.

O Control Risks Group, uma consultoria de risco internacional responsável pelo estudo, afirmou que o papel da Grã-Bretanha na ação militar no Iraque e a grande população muçulmana no país significam uma ''séria possibilidade'' de um ataque suicida.

Seu Mapa de Perigo 2004, o relatório de segurança relativo a 195 países, aumentou o nível de risco de Londres de ''baixo'' para ''médio''.

''Londres se transformou em um alvo terrorista preeminente na Europa Ocidental'', afirmou o diretor de pesquisas da Control Risks Group, Jake Stratton.

'Vago'

Segundo Stratton a ameaça de extremistas muçulmanos era ''vaga, uma guerra contra o Ocidente não definida''.

''Mas, no ano passado, a Grã-Bretanha reforçou sua posição como maior aliado dos Estados Unidos aos olhos do mundo islâmico'', disse.

Stratton afirmou que os Estados Unidos têm vários alvos diferentes, o que reduz o risco de cada cidade individualmente.

Em comparação, Londres é o único lugar de maior importância política na Grã-Bretanha, o que transforma a cidade em ''um alvo muito atrativo para extremistas islâmicos''.

O envolvimento de dois extremistas islâmicos britânicos em um ataque suicida em Israel no início de 2003 também indica que há militantes agindo no território britânico.

Um ataque suicida permanece como o método mais provável, seja na forma de um único terrorista usando um dispositivo explosivo ou um caminhão carregado de explosivos, segundo Stratton.

''É muito simples armar um atentado desses, e a prevenção é difícil. É muito importante fazermos o possível para combater a ameaça'', afirmou Stratton.

Os mais perigosos

O relatório concorda com os avisos feitos em julho pela polícia londrina de que um ataque suicida poderia ocorrer na Grã-Bretanha.

Segundo o relatório, a organização Real IRA continuaria a organizar tiroteios e ataques na Irlanda do Norte, mas o risco de um ataque de extremistas irlandeses na Inglaterra teria diminuído.

Ainda de acordo com o relatório, os países mais perigosos do mundo são Burundi, Somália e Libéria, todos na África e todos atingidos por guerras civis.

O Control Risks Group colocou esses países na categoria de ''risco extremo''.

Já Iraque, Afeganistão, Paquistão e Colômbia foram classificados como países de ''alto risco''.

Na Europa, os lugares mais perigosos são Kosovo, Albânia e Bósnia.

Na lista de países de baixo risco estão o resto da Grã-Bretanha, os Estados Unidos, Canadá, Austrália e a maior parte da Europa Ocidental.

Subiram da categoria de baixo para ''risco médio'' 14 países, principalmente no Golfo, incluindo a Arábia Saudita, Kuweit e Barein, mas também a Tailândia, Bolívia e Marrocos.

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