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Atualizado às: 08 de novembro, 2003 - 03h59 GMT (01h59 Brasília)
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EUA oferecem cidadania para estrangeiros no Exército
O guatamalteco José Gutierrez foi morto no Iraque e recebeu cidadania americana
O guatamalteco José Gutierrez foi morto no Iraque e recebeu cidadania americana

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou uma lei que acelera o processo de naturalização para estrangeiros servindo nas Forças Armadas.

Sob a nova legislação, estrangeiros que já têm direito à residência no país poderiam reivindicar a cidadania americana depois de um ano de serviços militares.

A proposta deverá ser submetida ao Senado no início da próxima semana e, se aprovada, poderá ser assinada pelo presidente George W. Bush na terça-feira, quando os Estados Unidos comemoram o Dia dos Veteranos.

Atualmente, residentes que servem nas Forças Armadas têm de esperar três anos para se candidatar à cidadania. Para estrangeiros que não estão no serviço militar, o prazo exigido é de cinco anos.

Muitos imigrantes, especialmente latino-americanos, já ingressam nas Forças Armadas a fim de acelerar o processo de obtenção de cidadania ou de conseguir acesso gratuito a universidades.

Recompensa

Segundo a agência de notícias Associated Press, a nova lei não mudaria a política atual de Bush de usar o processo de naturalização como forma de recompensar estrangeiros que servem no que ele chama de "guerra contra o terrorismo".

O marine José Gutierrez, nascido na Guatemala, foi o segundo soldado do Exército americano a morrer no Iraque e foi homenageado com cidadania póstuma.

No entanto, esses procedimentos dependem de ordens expressas do governo, enquanto a lei os tornaria automáticos.

Em julho do ano passado, Bush assinou uma ordem executiva permitindo que todos os soldados que não fossem americanos, e que estivessem em serviço de 11 de setembro de 2001 em diante, dessem entrada no processo de naturalização.

Segundo a agência Associated Press, os ex-presidentes Jimmy Carter e Bill Clinton fizeram o mesmo depois das guerras do Vietnã e do Golfo, respectivamente.

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