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Al-Qaeda planejava atacar peregrinos em Meca, dizem sauditas
As autoridades sauditas informaram que militantes islâmicos presos na cidade sagrada de Meca na segunda-feira são integrantes do movimento extremista al-Qaeda e planejavam atacar peregrinos. O ministro do Interior da Arábia Saudita, príncipe Nayef, disse que os militantes queriam que os ataques ocorressem durante o mês sagrado do Ramadã "no mais sagrado lugar da Terra", onde só haveria muçulmanos. Ele disse que seis militantes haviam sido presos. "Eles queriam transformar todo o país num lugar de terror... Mesmo o mais sagrado lugar da Terra", disse o ministro a um jornal saudita. As autoridades disseram na segunda-feira que dois militantes tinham sido mortos num tiroteio depois que a polícia cercou uma casa num subúrbio de Meca. Apreensões Armas, explosivos e documentos falsificados foram apreendidos no local. Foram encontrados ainda milhares de panfletos com a foto de Osama bin Laden. Essa foi a mais recente de uma série de operações das autoridades sauditas desde o atentado suicida em Riad, em maio, quando 35 pessoas morreram. Na segunda-feira, um funcionário do Ministério do Interior disse que a segurança deveria ser aumentada em Meca, principalmente durante os dez últimos dias de Ramadã, quando são esperados cerca de 2 milhões de muçulmanos. A presença de não-muçulmanos não é permitida no centro de Meca, local de nascimento do profeta Maomé, ou Medina, onde ele morreu e foi enterrado. O correspondente da BBC John Simpson, que esté em Riad, disse que o incidente deve chocar muitos sauditas, por ter acontecido na importante cidade de Meca e durante o Ramadã. As autoridades sauditas têm sido criticadas pelos Estados Unidos por, segundo autoridades americanas, não estar fazendo o suficiente para combater o terrorismo no país. |
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