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Mulher cruza o Pacífico em prancha de windsurf
Uma surfista francesa chegou ao Taiti após cruzar oito mil kms do Oceno Pacífico em uma prancha de windsurf. Raphaela Le Gouvello iniciou sua aventura no começo de agosto, zarpando da capital peruana, Lima, em uma prancha especialmente construída para ela, que permitiu que ela comesse e dormisse em compartimentos à prova de água. Le Gouvello já cruzou o Atlântico e o Mediterrâneo, numa incrível aventura marítima. Enjôos e o frio, assim como a ameaça dos tubarões foram alguns dos muitos desafios que a francesa teve de enfrentar durante os últimos 89 dias. Perigos A rota pelo Pacífico entre Lima e Papeete é quase uma linha reta, mas o tempo inclemente e as ondas imprevisíveis tornam a jornada incrivelmente perigosa, especialmente para um navegador solitário em uma prancha de surfe com menos de oito metros de comprimento. Raphaela Le Gouvello passou cerca de sete horas por dia surfando. A eletricidade à bordo da prançha-embarcação era gerada por células sensíveis à luz solar, e um sistema de navegação por satélites assegurava que Le Gouvello estava surfando na direção certa, cruzando algumas das mais isoladas regiões marítimas em todo o planeta. Uma embarcação de segurança acompanhou o progresso da navegadora, mas não tinha permissão de se aproximar mais do que 200 metros, para que a viagem pudesse ser classificada como uma realização individual. Dentro das águas territoriais francesas da ilha do Tahiti, Le Gouvello foi escoltada por jet skis, iates e canoas. Le Gouvello planeja retomar sua extraordinária jornada no ano que vem, navegando para a ilha de Nova Caledônia, no Pacífico Sul, e depois para o norte da Austrália. |
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