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Recursos de ajuda ao Brasil podem ir para o Iraque, diz o 'Guardian'
Um dos principais destaques dos jornais desta quinta-feira é a manchete de capa do Guardian, de Londres. O jornal afirma que o governo britânico pretende cortar os recursos para programas de ajuda na América Latina, no Leste Europeu e na Ásia para investir parte desses recursos na reconstrução do Iraque. De acordo com o Guardian, os cortes atingiriam programas de fornecimento de água potável na Guiana, de apoio a populações indígenas na Bolívia e de aconselhamento médico no Brasil. O jornal britanico diz ainda que os planos do governo britânico provocaram a fúria de ONGs envolvidas em iniciativas de ajuda a populações carentes ao redor do mundo. Conferência em Madri O tema que domina as manchetes na imprensa européia é a realização em Madri da conferência internacional sobre a reconstrução do Iraque. A maior parte dos jornais vê com reservas as chances de êxito do encontro. O jornal Frankfurter Allgeimeine, por exemplo, diz que a conferência vai fracassar em garantir os recursos necessários para reconstruir o Iraque. De acordo com o diário alemão, está cada vez mais claro que ninguém sabe de onde vai sair o dinheiro e nem quando isso vai acontecer. Outros destaques Depois da reação positiva da imprensa internacional ao anúncio de um acordo com o Irã para resolver o impasse sobre o programa nuclear do país, o jornal Le Monde avalia o significado do sucesso disso para a União Européia. O diário francês diz que a idéia de uma política externa européia existe apenas em estado embrionário, mas os ministros de Relações Exteriores de França, Alemanha e Grã-Bretanha deram uma prova de que podem atuar juntos e de maneira efetiva no cenário internacional. Na Rússia, os jornais relembram nesta quinta-feira o aniversário de um ano do cerco a um teatro em Moscou, que resultou na morte de mais de 120 pessoas na operação de resgate dos reféns tomados por rebeldes separatistas chechenos. Em meio às reportagens sobre cerimônias de homenagem as vítimas, o diário Moskovskaya Pravda diz que a "coisa mais selvagem" sobre o acontecimento é a falta, até hoje, de informações precisas sobre o destino de 70 pessoas que permanecem listadas como desaparecidas. |
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