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Atualizado às: 23 de outubro, 2003 - 17h07 GMT (15h07 Brasília)
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De menina de convento a rainha da prostituição
Margaret MacDonald
Margaret fala oito línguas

Margaret MacDonald foi presa em maio de 2002 pelas autoridades francesas, que suspeitaram que ela tinha mais do que uma agência de "escort girls" (acompanhantes).

A polícia francesa afirma que ela administrava um negócio de milhões de dólares usando telefones celulares e hotéis de luxo na França, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Áustria e Itália, apesar de ter casas em Londres, Atenas e Milão.

As revelações contra Margaret contrastam com a infância privilegiada que ela teve.

Nascida em 1959 em Bedford, Margaret é a mais velha dos três filhos de um oficial da Força Aérea britânica que, depois de aposentado, entrou para a indústria de tecnologia.

Ela foi educada na escola de Saint Edwards em Windsor e no convento de Saint Bernard, em Slough. Depois, continuou seus estudos em uma escola de garotas de Windsor, todos estabelecimentos conceituados na Grã-Bretanha.

Fluente em francês, ela se mudou para a França nos anos 80, onde estudou na Reims Management, uma das melhores escolas de economia e adminsitração da França.

Margaret também fala italiano, espanhol e grego fluentemente, árabe e japonês com proficiência, e estava estudando russo durante os 17 meses que esteve na prisão para mulheres Fleury-Merogis, no sul de Paris.

Família em choque

A prostituição não é ilegal na França, mas o gerenciamento de redes de prostituição, sim. MacDonald afirma, no entanto, que ela tinha uma agência de acompanhantes e que não tinha conhecimento se garotas tinham ou não sexo com os clientes.

Quando Margaret foi presa, em maio de 2002, a mãe dela, Tilly MacDonald, ainda vivia na casa da família em Illingworth, Windsor.

Um amigo da família disse ao jornal britânico Daily Mail que "eles ficaram totalmente chocados quando souberam da prisão de Margaret".

"Eu estava com a mãe dela quando ela recebeu a notícia, e nós dois ficamos completamente chocados. Tanto a sua mãe como eu pensávamos que Margaret tinha um negócio de fabricação de cadernos na França", afirmou.

A irmã mais nova de Margaret, Eileen Le Rossignol, disse ao Daily Mail em maio do ano passado que ela não tinha visto a irmã mais de três vezes em vinte anos.

"A última vez que ela voltou, para o enterro de nosso pai no ano passado, ela não mencionou nada sobre a vida dela", afirmou.

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