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Deputada chilena deixa cargo no partido por causa de escândalo
Uma política chilena renunciou a um cargo em seu partido depois de ser pressionada por ter denunciado que deputados faziam parte de uma rede de pedofilia. Pia Guzmán disse que havia provas gravadas em vídeo ligando três integrantes do Congresso chileno a uma rede de prostituição e exploração sexual infantil que está sendo investigada pela polícia. A pessoa que ela disse ser a fonte da informação, no entanto, negou as alegações afirmando que se tratavam apenas de rumores. As declarações de Guzmán provocaram raiva e, em resposta, ela renunciou ao cargo de vice-presidente do partido Renovação Nacional. Uma investigação criminal sobre a rede foi iniciada há duas semanas e até agora, quatro pessoas foram presas. Nenhuma delas, no entanto, faz parte do meio político. Explosivo Depois de fazer as explosivas acusações contra os deputados, Guzmán foi pressionada a prová-las. Ela anunciou que a líder de uma agência de bem-estar da criança era a fonte da informação. Mas a chefe da agência negou ter provas, afirmando que tinha discutido apenas rumores com a deputada. Mais cedo, Pia Guzmán havia dito em uma entervista de rádio que havia provas da ligação de três deputados com uma rede de pedofilia. O presidente chileno, Ricardo Lagos, disse que os métodos de Guzmán foram irresponsáveis. Um partido político disse que as acusações eram falsas e perigosas e anunciou que ia dar entrada em um processo legal contra a deputada na segunda-feira. Pia Guzmán admitiu ter sido imprudente ao revelar a fonte, mas afirmou que a chefe da agência de bem-estar foi pressionada a negar as acusações. |
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