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Atentado de Bali leva à 3ª condenação à morte
O último dos principais acusados de conexão com o atentado de Bali no ano passado foi considerado culpado por um tribunal indonésio. Ali Gufron, também conhecido como Mukhlas, é possivelmente um dos mais importantes acusados de conexão com a explosão que matou 202 pessoas. Os promotores afirmaram que ele foi o coordenador do atentado, liderando as reuniões preparatórias, buscando fundos para financiar o ataque e aprovando o alvo. O tribunal acatou as acusações e condenou Mukhlas à pena de morte. O professor de 43 anos admitiu participação no ataque, mas negou que tenha tido um papel direto no atentado. Ele disse que apenas deu orientação religiosa aos responsáveis pela explosão. Mukhlas disse a um tribunal indonésio no mês passado que ele era apenas um "peixe pequeno" em termos de terrorismo, comparado com o "peixe grande" do presidente americano, George W. Bush, do primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon, e do primeiro-ministro britânico, Tony Blair. Família condenada Três outros acusados de conexão com o atentado de Bali já foram considerados culpados pelo ataque. Um dos irmãos de Mukhlas, Amrozi, foi condenado à morte, juntamente com o "comandante de campo" da explosão, Imam Samudra. Um outro irmão de Mukhlas, Ali Imron, foi condenado à prisão perpétua. Cerca de 12 outros acusados também receberam longas penas de prisão. O grupo militante islâmico Jemaah Islamiah (JI) – que teria ligações com a organização al-Qaeda – tem sido responsabilizado pelas autoridades locais pelo ataque de Bali. A polícia e especialistas em serviços de inteligência afirmam que Mukhlas é um líder importante do JI. Com a proximidade do primeiro aniversário do atentado de Bali, no dia 12 de outubro, há muita preocupação em relação à segurança daqueles que visitam locais turísticos do local. Na semana passada, houve alertas para que viagens a Bali sejam evitadas, por causa de informações de que futuros ataques estejam sendo planejados na região. |
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