|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Blair diz que não tem do que se desculpar em relação ao Iraque
O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, defendeu ardorosamente a guerra contra o Iraque, dizendo que foi correto invadir o país e que ele não tinha nada do que se desculpar. Ele se prepara para encontrar dificuldades na conferência anual do Partido Trabalhista, por causa de temas como a guerra contra o Iraque, o serviço de saúde e o ensino público britânicos. Blair disse ao programa Breakfast with Frost, da BBC, que estava certo em fazer a Grã-Bretanha se juntar aos Estados Unidos na invasão, apesar do fracasso em encontrar provas da existência de armas de destruição em massa no Iraque e das atuais instabilidade e onda de violência que dominam o país. Perguntado se havia algo que faria de maneira diferente em relação ao Iraque, respondeu: "Nada. Teria feito exatamente o mesmo". Mais seguro "Nós fizemos a coisa certa ao depor Saddam. O mundo é um lugar mais seguro sem ele." "E não acho que nosso país tenha que se desculpar por nada. Nossos soldados fizeram um trabalho magnífico", afirmou. O primeiro-ministro disse que o mundo "sabia perfeitamente bem" que Saddam teve armas. Ele afirmou que as tropas britânicas vão permanecer no Iraque "até que o trabalho esteja concluído", embora não acredite que isso vá levar até cinco anos. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||