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Caso Kobe Bryant: 'assassino de aluguel' é preso
Autoridades americanas indiciaram um guarda-costas suíço por ter supostamente se oferecido para matar a mulher que acusou o jogador de basquete americano Kobe Bryant de estupro. Patrick Graber, 31 anos, foi preso em Los Angeles na quinta-feira após ter dito, segundo os policiais, que era um assassino da máfia russa e que estaria disposto a matar a mulher. Ele foi preso em um estacionamento de supermercado por um policial à paisana. Kobe Bryant, que joga no time Los Angeles Lakers da NBA, nega ter estuprado a estudante que o acusa de tê-la atacado no Estado do Colorado, em junho. Ingênuo A polícia disse que Graber deu a entender de várias formas diferentes que poderia matar a estudante. "Ele disse que poderia fazer com que ela não viesse ao tribunal, fazê-la desaparecer ou ter uma overdose de drogas - ele foi específico nesse ponto", disse um porta-voz da polícia de Los Angeles. Os detetives disseram que Graber queria US$ 3 milhões, e que foi preso depois de aceitar uma sacola cheia de notas falsas como adiantamento. O advogado de Graber descreveu seu cliente como sendo ingênuo e um falsário, e não um assassino profissional. Segundo o advogado, Graber viajou para os Estados Unidos há dois anos esperando se tornar um ator, mas estava trabalhando como personal trainer em uma academia. Ele acrescentou que seu cliente tinha sido preso anteriormente por fraude na Suíça. Graber pode ser condenado a até nove anos de prisão. Enquanto isso, Kobe Bryant, que é casado e tem uma filha, está sendo julgado na cidade de Eagle, no Colorado. Ele admitiu adultério, mas nega acusações de estupro, dizendo que seu relacionamento com a estudante de 19 anos foi baseado em consenso. |
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