|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Capelão do Exército dos EUA é detido por suposta espionagem
Fontes militares americanas afirmam ter prendido um capelão muçulmano do Exército que trabalhava como conselheiro espiritual de centenas de supostos partidários da rede Al-Qaeda e do Talebã mantidos na base militar americana na Baía de Guantánamo, em Cuba. O capitão James Yee não foi acusado formalmente, mas as informações são de que ele seria suspeito de espionagem. Yee foi preso na Flórida no dia 10 de setembro, como parte de uma investigação militar, disse um porta-voz do Comando do Sul, que supervisiona a base militar americana em Guantánamo. Segundo a agência de notícias Associated Press, um agente de segurança disse que o FBI (a polícia federal americana) confiscou documentos secretos em poder de Yee e interrogou-o antes de entregá-lo a representantes militares. Yee, um americano de origem chinesa, converteu-se ao islamismo há vários anos, depois de formado na prestigiosa academia militar de West Point. Ele foi enviado para trabalhar na base naval de Guantánamo em novembro. Cerca de 660 supostos integrantes da rede Al-Qaeda e do antigo regime do Talebã no Afeganistão estão detidos no Campo Delta, a prisão militar em Guantánamo. Eles foram qualificados pelo governo americano como "combatentes inimigos", mas até agora nenhum deles foi indiciado por crime. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||