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Homem é condenado por 'golpe do 11 de setembro'
Um homem foi condenado nos Estados Unidos por ter enganado organizações de caridade para embolsar US$ 160 mil (R$ 465,9 mil), alegando que um de seus filhos havia morrido nos ataques de 11 de setembro. Cyril Kendall disse que seu filho de 29 anos, Wilfred, estava no World Trade Center de Nova York quando as torres gêmeas foram destruídas por dois aviões seqüestrados. Na verdade, Kendall, que tem 12 filhos, não tinha nenhum filho chamado Wilfred. Um tribunal em Nova York considerou o homem, de 54 anos, culpado dos crimes de roubo e uso de informações falsas, tendo recebido uma pena de 11 a 33 anos na prisão. Terapia Ele recebeu o dinheiro da Cruz Vermelha americana e da organização de caridade Horizontes Seguros. Kendall disse que usou US$ 95 mil para pagar terapia de aconselhamento familiar, indicada em situações de perda, e o resto em despesas relacionadas, como o enterro de "Wilfred". Durante o julgamento, quatro dos filhos de Kendall testemunharam, afirmando que tinham um irmão chamado Wilfred. O juiz da Suprema Corte do Estado de Nova York Ronald Zweibel recomendou que a procuradoria local processe os quatro por perjúrio. A porta-voz da procuradoria disse que o caso será revisto. Mais de 2,8 mil pessoas morreram nos ataques ao World Trade Center, há dois anos. |
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