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Lei contra 'crime da honra' é bloqueada na Jordânia
O Parlamento da Jordânia votou em peso contra a proposta de uma lei que propõe punições mais severas para os homens que matam mulheres de sua família no que é conhecido como "crimes de honra". Essa foi a segunda vez que o Parlamento rejeita a proposta de uma lei contra esse tipo de assassinato e que é comumente cometido por irmãos e pais de mulheres que tiveram sexo fora do casamento. Islâmicos e conservadores se opõe à nova lei alegando que ela vai incentivar o vício e destruir valores sociais. Outro projeto de lei que permite que mulheres se divorciem de seus maridos foi repassada para um comitê parlamentar para ser analisado com mais profundidade. Rei Abdullah Os correspondentes dizem que se os deputadores continuarem a rejeitar os projetos de lei, somente a intervenção do monarca jordaniano, o rei Abdullah, pode garantir que eles sejam regularizados.
Crimes da honra contra mulheres na Jordânia causaram a indignação da comunidade internacional. Sob a lei em vigor, as pessoas consideradas culpadas de tais crimes recebem, em geral, sentenças leves de até seis meses de prisão. Em 2001, o rei Abdullah aprovou um projeto de lei temporário que impunha penalidades mais pesadas contra os perpetradores dos crimes da honra. Mas o Parlamento da Jordânia votou recentemente para a dissolvição desse projeto de lei. |
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