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Ativista anti-aborto aguarda execução nos EUA
O primeiro homem a ser condenado à pena de morte nos Estados Unidos por matar um médico que realizou abortos deve ser executado nesta quarta-feira. Paul Hill, de 49 anos, deve ser morto por uma injeção letal no norte do estado da Flórida, após sua condenação pelo assassinato de duas pessoas do lado de fora de uma clínica de aborto, em 1994. Há receios de que esta execução possa levar a um retrocesso na relação entre militantes anti-aborto e médicos e clínicas de aborto. A execução foi criticada por uma inusitada aliança entre manifestantes cristãos anti-aborto e ativistas contrários à pena de morte. Jeb Bush Entretanto, o governador da Flórida, o republicano Jeb Bush - irmão do presidente George W. Bush - não parece estar inclinado a trocar a pena de morte pela de prisão perpétua. "O fato é que ele é um assassino", disse o governador.
"Ele não apresentou recursos e, em 3 de setembro, acredito que ele será executado". Hill, que é pai de três crianças e foi um reverendo protestante, disse que ele mataria de novo para salvar bebês que ainda não nasceram e disse estar ansioso por morrer pela causa. "Acredito que o estado, ao me executar, me tornará um mártir", disse ele em um entrevista, nesta quarta-feira. Clínicas de aborto na Flórida estão em estado de alerta máximo depois que ativistas anti-aborto radicais advertiram para a possibilidade de ataques iminentes. Entretanto, importantes grupos pró-vida têm se distanciado dessas táticas violentas. |
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