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Israelenses invadem hospital para prender palestinos
Soldados israelenses invadiram um hospital na cidade de Nablus, na Cisjordânia, para capturar dois ativistas palestinos que estavam internados. Acredita-se que os ativistas – que seriam Othman Younis, de 27 anos, e Fahid Bani-Odeh, de 25 – sejam membros do grupo ativista Brigada de Mártires de Al-Aqsa, uma organização com ligações com o movimento político Fatah, do presidente palestino Yasser Arafat. Eles haviam ficado feridos em uma troca de tiros com as forças israelenses quando eles estavam no teto do hospital Rafidyeh, em Nablus, na sexta-feira. Um terceiro palestino, tido como o líder local da Brigada de Mártires de Al-Aqsa, foi morto no tiroteio. Interrogatório Segundo representantes do hospital, um dos dois palestinos estava internado na unidade de terapia intensiva quando as tropas israelenses tomaram o prédio e transferiram os dois para ambulâncias. No entanto, fontes militares israelenses citadas pela agência de notícias Associated Press disseram que eles estão passando por tratamento para curar “ferimentos moderados”. Younis e Bani-Odeh teriam sido levados para o hospital Beilinson, perto de Tel Aviv, onde eles devem ser interrogados por agentes de inteligência. Acredita-se que os agentes queiram saber detalhes sobre o possível envolvimento dos dois ativistas em ataques contra alvos israelenses. De acordo com a Associated Press, Israel acusa Younis de ajudar a planejar ataques que mataram pelo menos dez pessoas. |
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