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Funcionários do Banco Mundial e do FMI deixam Iraque
O Banco Mundial (Bird) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciaram a retirada de todos os seus funcionários do Iraque. A decisão foi tomada porque as instituições avaliaram que falta segurança para que eles continuem trabalhando diretamente no país, depois que um atentado na sede da ONU (Organização das Nações Unidas) deixou pelo menos 20 mortos – incluindo o chefe da missão da organização, o brasileiro Sérgio Vieira de Mello. Funcionários das duas instituições trabalhavam no prédio da ONU na hora da explosão. Porém, segundo o Bird e o FMI, a retirada não significa o fim do trabalho no Iraque. Os grupos vão ser transferidos para a Jordânia, país vizinho, e devem continuar a trabalhar na reconstrução iraquiana em colaboração com a ONU. Autoridades das duas instituições disseram que a decisão foi tomada por questões vinculadas puramente à segurança e que não representa uma saída permanente do Iraque. O Bird está retirando 14 dos seus 15 funcionários do país – um funcionário ainda está desaparecido e pode estar morte sob os escombros do prédio da ONU. O FMI está enviando para a Jordânia quatro funcionários – o quinto permanece em um hospital de Bagdá. Mais transferências A ONU levou 20 funcionários de sua missão que ficaram feridos na explosão para a Jordânia, mas o porta-voz da organização, Fred Eckhard, disse que apenas dois dos cerca de 300 empregados em Bagdá haviam aceitado a oferta para retornar a seus países. A Comissão Européia também está chamando de volta alguns de seus empregados. A retirada de pessoal dessas organizações do Iraque é o primeiro impacto real do atentado de terça-feira. Embora as entidades garantam que seu compromisso no país permanece, elas admitem que as mudanças geram um atraso no trabalho que estava ocorrendo em solo iraquiano. Para o porta-voz do Tesouro americano, Tony Frato, que trabalha com o Bird e o FMI, o ataque na verdade “reforça a importância do trabalho” que está sendo no Iraque. |
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